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Merlong defende fim da escala 6×1, PEC Segurança Pública e a criminalização da misoginia como prioridades do Congresso no segundo semestre

Créditos: Reprodução

O deputado federal Merlong Solano (PT) defendeu, nesta terça-feira (11), que o Congresso Nacional mantenha o ritmo de trabalho no segundo semestre e avance na votação de uma agenda de propostas que considera fundamentais para o Brasil. Para o parlamentar, o calendário eleitoral não pode impedir que deputados e senadores cumpram sua responsabilidade com a população. Entre as prioridades apontadas pelo deputado estão o fim da escala 6×1, sem redução de salários; a PEC da Segurança Pública; o aumento do limite de faturamento do Microempreendedor Individual (MEI); a regulamentação das terras raras e da inteligência artificial; e a criminalização da misoginia.

“Eu considero de grande importância que o Congresso vote e aprove matérias muito relevantes para o Brasil. O Congresso não pode parar em função das eleições. Nós somos pagos, e bem pagos, para trabalhar pelos brasileiros”, afirmou Merlong.

Além disso, o deputado também destacou a proposta enviada pelo governo Lula para elevar de R$ 81 mil para R$ 130 mil o limite anual de faturamento do MEI. “É uma proposta que o governo Lula mandou para o Congresso para beneficiar mais de 13 milhões de microempreendedores individuais”, afirmou. A regulamentação das terras raras também foi classificada por Merlong como “um tema absolutamente estratégico” e a regulamentação da inteligência artificial foi apontada como necessária diante dos impactos da tecnologia sobre a sociedade e a democracia.

Articulação de Lula

Para o parlamentar, entretanto, aprovar essa agenda exigirá capacidade de diálogo e negociação. Merlong reforçou que a composição das forças políticas será decisiva para o resultado das votações. “A base de sustentação do nosso presidente Lula é minoritária aqui no Congresso Nacional, tanto na Câmara quanto no Senado. Por isso, precisaremos ter um grande esforço de negociação com o Centrão. Quando parte do Centrão se junta com a base do presidente Lula, nós conseguimos aprovar as matérias. Quando não, a gente perde às vezes até por largas maiorias”, disse.

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